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Archive for 9 agosto, 2008

Cientismo, uma realidade.

Cientificismo ou cientismo é a doutrina dos que consideram os conhecimentos científicos como definitivos. Ele tem a razão como base e pode ser tomado como uma doutrina semelhante ao racionalismo. O Cientismo pode ser resumido na seguinte afirmação: “Tudo é explicável pela Ciência”.

Pontos defendidos pelo cientificismo:

    * Somente o conhecimento científico é um conhecimento verdadeiro e real, isto é, somente aquilo que pode ser expresso quantitativamente ou ser formalizado, ou ser repetido à vontade sob condições de laboratório, pode ser o conteúdo de um verdadeiro conhecimento.”

    * (Recíproca) Tudo o que pode ser expresso de forma coerente em termos quantitativos, ou pode ser repetido sob condições de laboratório, é objeto do conhecimento científico e, por isso, válido e aceitável.”

    * Concepção mecanicista, formalista ou analista da natureza: o sonho da ciência. Átomos e moléculas e suas combinações podem ser inteiramente descritos segundo leis matemáticas da física das partículas elementares; a vida da célula em termos de moléculas … o pensamento do espírito (compreendendo todos os tipos de experiências psíquicas) em termos de circuitos de neurónios … No limite, o mundo não é senão uma estrutura particular no seio da matemática.”

    * O papel do especialista. Somente os especialistas são os donos da verdade.”

    * A ciência e a tecnologia provinda da ciência podem resolver os problemas do ser humano, e somente elas.”

    * Somente os especialistas têm qualificações para tomar parte nas decisões … Se um especialista não basta para abarcar todos os campos envolvidos, recorra-se a um conjunto de especialistas.”

    * Ciência, objecto de estudo e o cientistas são vistos como entidades distintas e não influenciáveis. Em outras palavras, o que os cientistas pesquisam e estudam são objectos externos e que existem independente da ideologia subjacente. A ciência é vista como a grande e a única verdadeira forma de conhecimento. Não há necessidade de se questionar as agências fomentadoras das pesquisas e nem a metodologia empregada pelos cientistas.

Desejo e satisfação, egocentrismo?

Os etobiologistas (ver Desmond Morris, “O macaco nu” ou ainda “O Gene egoísta” de Richard Dawkins), sempre evolucionistas, explicam o sentimento como a reação humana, somatizável ou não, decorrente do intervalo entre um estímulo e sua satisfação. Por exemplo, se você está com vontade de comer uma barra de chocolate e assim que deseja se satisfaz, provavelmente nada vai sentir: apenas uma breve satisfação.

Se o intervalo entre desejo e satisfação se amplia, surge a alegria ao satisfazer-se. Se o intervalo se amplia mais, no interim teremos ansiedade. Se mais ainda, teremos irritação. Se alguém te impede de comer a barra, os sentimentos pela não satisfação se transferem para a pessoa que retém o objeto de desejo. Se este alguém te impede arbitrariamente e o tempo se torna longo demais, surge o ódio. E por aí vai. No outro extremo, se o intervalo de tempo tende a zero, não há sentimentos.

O que a grande maioria concorda é que o sentimento é fruto de um desejo. Os desejos buscam satisfação egocêntrica. Freud muito apropriadamente chama “ego” este eu exigente à procura de satisfação. Seja satisfação carnal, seja de alma.

Compreender a sí antes de entender a obra

Nada é dito ou escrito ao acaso, tudo tem seu sentido, um significado. Muitos tem interpretações erroneas ou muitas vezes exorbebadas.

Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo. 2 Pedro 1:20-21

Devemos ter o dissernimento, para antes de mais nada enterder a sí e apartir desse ponto começar a enteder os que nos cerca.

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